terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Cuidando de quem cuida - Como lidar com pessoas





Já testei e deu muito certo comigo, tenho certeza que funcionará com você também. Segue 3 pilares importantes, eu chamaria que essas são 3 regras de ouro para qualquer um que queira verdadeiramente melhorar seus relacionamentos, seja no âmbito pessoal, familiar ou de trabalho, especialmente o trabalho social.

São 3 pilares básicos para lidar com pessoas:

Não critique, não condene, não se queixe
Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar, e gera simpatia, tolerância e bondade.

Aprecie honestamente e sinceramente
Tendo em vista, o anseio do ser humano em ser apreciado, o desejo de ser importante. Sem dúvidas o incentivo, o elogio é de fundamental importância, desde que feito de modo sincero. Certamente as pessoas guardarão suas palavras por toda a vida. Experimente o poder do reconhecimento. Faça um elogio sincero.

Desperte um forte desejo na outra pessoa
Desperte o desejo de conhecer a outra pessoa. Desenvolva a habilidade de aprender o ponto de vista da outra pessoa. Se colocar no lugar do outro. Desperte na outra pessoa um ardente desejo.

Coloque em prática essas 3 regras de ouro e você verá como é fácil e simples lidar com pessoas.

Deixe seu comentário compartilhando sua experiência.

Forte abraço,
Samara Arpini

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Preconceito? Eis a questão



Você se considera uma pessoa que tem preconceitos? Difícil de saber a resposta, pois sempre tendemos a dizer que “não” imagina. Se você já viveu situações preconceituosas, então sabe do que estou falando. Ou você é uma daquelas pessoas preconceituosas e não se percebe?

Avalie bem, segue algumas situações em que já vivenciamos ou escutamos ao longo da vida. Veja se você se identifica:

“Você vai lá? Aquele bairro é muito perigoso. Você é louca mesmo”.
“Jovem de periferia é tudo vagabundo”.
“Eu tenho nojo de pobre, porque são todos fedidos”.
“O pessoal da favela não sabe nada”.
“Está desempregado é vagabundo”.
“Fulano é bebum, ah e o sicrano é drogado”.
“Aquela do cabelo pixaim”.
“É pobre porque não tem vontade de trabalhar”.
“Você vai trabalhar com criança ranhenta”?

A lista é longa, melhor parar por aqui. Essas são algumas das muitas... Se você está lendo e se identifica com algumas delas, lamento informar, mas você é forte candidato há rever seus conceitos, é importante desapegar das crenças limitantes.

Como o preconceito e as crenças limitantes influenciam nossas práticas no trabalho social? Vale refletir... Comigo já aconteceu algumas vezes, espero que com você não, mas é provável que todo ser humano em algum momento da vida tenha agido com preconceito em alguma situação. Quem nunca cometeu um julgamento que atire a primeira pedra.

Geralmente negamos, mas somos pessoas e julgamos o tempo todo, além de carregar conosco uma série de crenças limitantes que nos acompanham desde a infância. Não se culpe, apenas procure ter mais atenção e evite cometer um ato preconceituoso. Para fazer a diferença no trabalho social é importante ter a mente aberta, se despir dos preconceitos e fazer o trabalho de forma respeitosa sem julgamentos.

Só com respeito e amor se constrói um mundo melhor. Vamos praticar o amor, vamos escutar mais, vamos julgar menos. Sei o quanto muitas vezes pode ser difícil, podemos cair em verdadeiras armadilhas, fique atento pois faz toda a diferença.

Afinal somos todos iguais, nossa essência independe da cor de pele, da religião que pratica, seja velho ou jovem, rico ou pobre. Não há distinção, somos todos seres humanos. Vigilância constante, não repita os mesmos erros. Já imaginou quantas coisas boas você “mata” quando pratica julgamentos preconceituosos.

Busque um olhar amoroso e potencialize sempre o que existe de melhor em cada um. Em cada criança, cada adolescente, cada família que você atende. Todos somos capazes. Quando julgamos matamos uma semente, sem ao menos dar a chance para que ela brote. De certa forma acabamos “matando” crianças e adolescentes em nossas práticas de atendimento quando julgamos sem ao menos conhecer ou entender a situação, não dando oportunidade para que se potencialize as suas capacidades ou seja, o melhor que cada um carrega dentro de si.

Portanto vigie-se, policie-se. Sempre tenha em mente o que um ato preconceituoso impacta na vida de uma ou várias pessoas e mesmo na sua prática profissional. Faça a diferença! Construa novas formas de olhar o outro, potencialize o que existe de melhor em cada um e se necessitar julgar, julgue com base no seu coração. 

Forte abraço,
Samara Arpini