segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Qual a imagem que sua empresa reflete?



A sociedade brasileira espera que as empresas cumpram um novo papel no processo de desenvolvimento: sejam agentes de uma nova cultura, sejam atores de mudanças sociais e sejam também construtores de uma sociedade melhor.

Investimento Social fortalecendo a imagem de sua empresa 
Nada melhor que pessoas falando positivamente de sua empresa e de seus produtos, não é? Agora visualize essas pessoas falando sobre uma ação social séria realizada por sua empresa! O efeito publicitário terá um impacto positivo diretamente na imagem de sua empresa além de divulgar a sua marca. 

De acordo com o atual Marketing 3.0, a importância da imagem sócio/responsável é vital para o sucesso do seu negócio, hoje e no futuro.

Para tanto, a responsabilidade social deve envolver todos aqueles que são diretamente ou indiretamente impactados pelo negócio de sua empresa, como a comunidade, os investidores, os fornecedores, os colaboradores e clientes.

“Simplesmente lembre-se, mais importante que parecer é realmente ser”. 








segunda-feira, 23 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

ECA - 22 ANOS

Na luta para fazer a diferença!


"Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais." - Estatuto da Criança e do Adolescente.









segunda-feira, 9 de abril de 2012

Autonomia, Tomada de Decisão e Envelhecimento

Os idosos devem ter preservada a garantia do reconhecimento à sua autonomia. Às convicções pessoais do idoso merecem ser respeitadas. O importante é avaliar o grau de capacidade que a pessoa tem para tomar suas decisões. A sua participação ativa no processo de tomada de decisões é  restringida, muitas vezes, pela própria família  ou pelas instituições.
Mesmo em situações de incapacidade temporária ou até mesmo definitiva, o idoso pode se utilizar de inúmeras formas para preservar os seus desejos ou restrições de tratamento. A tomada antecipada de decisão e o estabelecimento de procuradores são exemplos disto.
As  decisões antecipadas a respeito de procedimentos que devem ou não ser realizados, também chamadas de “living wills”,  podem ser expressas em um documento, que apesar de não ter valor legal no Brasil, registra as preferências individuais a cerca de que medidas devem ou não ser tomadas. A utilização de respiradores artificiais, de medidas de reanimação cardiorrespiratória e outras medidas extraordinárias são exemplos de procedimentos que podem ser avaliados previamente. Uma questão que se levanta, com relação às decisões antecipadas é de que as mesmas são tomadas fora do contexto em que irão ocorrer. Muitas vezes uma decisão tomada anteriormente pode ser modificada pelo simples avanço da Ciência.
Outra forma de preservar a autonomia pode ser a indicação prévia de procuradores, que assumem a tomada de decisões sobre cuidados de saúde, em caso de incapacidade do próprio paciente. Isto pode facilitar o trabalho de toda a equipe de saúde, pois evita a disputa e a tomada de decisões divergentes por diferentes membros da família. O procurador seria o seu interlocutor com os profissionais de saúde, e com outras pessoas, aquele que, segundo o próprio paciente, é a pessoa que melhor defende os seus interesses.
O fundamental é reconhecer que o simples fato de ser velho não impede o indivíduo de tomar suas decisões e exercer plenamente a sua vontade pessoal, baseado em seus valores. Os valores são componentes respeitáveis deste  processo. Tomar decisões sem usar os valores como um dos critérios é uma inadequação.
Incontáveis exemplos podem ser dados para pessoas velhas que assumiram o poder de suas nações em situações críticas. A estes líderes a autonomia não foi questionada. A sua experiência de vida foi saudada como sendo um fator fundamental para a adequada tomada de decisões vitais não só para este indivíduo em particular, mas para todo um povo.

Prof. José Roberto Goldim


quinta-feira, 29 de março de 2012

Desenvolvimento Comunitário x Investimento Social

Nos últimos dias, tenho refletido sobre a questão de projetos sociais que geram o Desenvolvimento Comunitário versus Investimento Social. Pesquisando, encontrei informações que vem de encontro a algumas definições do que penso sobre o assunto. Segue abaixo algumas questões interessantes:

O que é desenvolvimento comunitário?
O desenvolvimento comunitário é o fortalecimento dos potenciais social, econômico e ambiental de uma região, município ou localidade, cuja finalidade é ampliar a qualidade de vida para seus habitantes. Ele é gerado pelo esforço conjunto de pessoas e organizações que se sentem parte ou implicados com uma comunidade. Também resulta do sentimento de pertencer e do entendimento de que os objetivos individuais são inteiramente alcançados quando os todos atingem suas metas. Assim, os propósitos coletivos são alcançados.
O IDIS define desenvolvimento comunitário como um processo por meio do qual uma comunidade de um dado território torna-se protagonista de seu próprio desenvolvimento. Esse processo ocorre por meio do desenvolvimento dos capitais humano e social, atendendo as seguintes premissas:
§  Mobilização comunitária;
§  Construção coletiva do conhecimento;
§  Criação e manutenção de espaços de participação;
§  Valorização dos talentos e recursos locais;
§  Articulação intersetorial;
§  Respeito ao tempo e às capacidades da comunidade.

 

Qual a função do investimento social nesse contexto?

Se empregado de forma estratégica, o investimento social – corporativo, familiar ou comunitário – tem a capacidade de alavancar o aperfeiçoamento de comunidades. Ele deve atuar nos elementos críticos para disparar um ciclo virtuoso de desenvolvimento. Para tanto, deve estar aliado aos ativos existentes na comunidade, potencializando os resultados do trabalho e do apoio.


Qual deve ser o papel do empresariado?

Quando não está presente localmente e, mesmo assim, investe em projetos de desenvolvimento comunitário, a empresa exerce o papel de “produtora social” da comunidade, pois oferece as condições econômicas, institucionais, técnicas e profissionais para que o processo de desenvolvimento ocorra. Neste caso, ela pode modular o grau de envolvimento com o projeto.
Já quando a companhia está presente no território – e, portanto, é parte da comunidade –, ela assume um papel de corresponsabilidade pelo processo de desenvolvimento comunitário. Além de “produtora social”, ela se torna participante e beneficiária dessa ação, pois investirá recursos e usufruirá diretamente do resultado do processo. Assim, se ela investe na educação e na qualificação da mão de obra local, aumenta a disponibilidade de profissionais que podem atender às suas necessidades de negócio e ajuda a fazer com que a prestação de serviços dos fornecedores seja mais eficiente.
Essa não é uma posição fácil de exercer, pois a empresa sofrerá pressões internas e externas para agir de forma assistencialista, como uma mera doadora de recursos, e estabelecendo uma perigosa relação de balcão com os atores locais. Mas a companhia não pode se isolar da comunidade, pois fica mais vulnerável – pela falta de comunicação contínua e coerente com esse stakeholder – e não forma vínculos de longo prazo. A saída é encontrar o equilíbrio entre os interesses, respeitando os limites do protagonismo local.

Quantos investidores sociais atuam com desenvolvimento comunitário no Brasil?
De acordo com o Censo Gife, em 2006, 32% dos associados ao Grupo de Institutos e Fundações (GIFE) destinavam recursos para ações de desenvolvimento comunitário. Em 2008, a nova edição desse levantamento apontou o crescimento de 16 pontos percentuais (totalizando 48%) no número de associados que aplicavam no setor.

Quais as vantagens de se investir em projetos e programas de desenvolvimento comunitário?

Entre os diferenciais para os investidores sociais estão:
§  Política de engajamento: constituir parcerias estratégicas nas comunidades;
§  Gerenciamento de relacionamentos: conhecer melhor costumes, cultura e necessidades locais;
§  “Empoderamento” de pessoas, instituições e relações;
§  Qualificação da relação com o poder público local;
§  Facilidade em sustentar a comunicação, de forma contínua e diretiva;
§  Desenvolvimento e fortalecimento da cidadania participativa, multiplicando as informações junto ao poder público e à sociedade civil;
§  Ruptura da “relação de balcão” com as comunidades;
§  Ser corresponsável pelo desenvolvimento da comunidade, junto com os atores locais.









quinta-feira, 22 de março de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Responsabilidade Social Empresarial

As 7 Diretrizes da Responsabilidade Social Empresarial


. Adote valores e trabalhe com transparência
. Valorize empregados e colaboradores
. Faça sempre mais pelo meio ambiente
. Envolva parceiros e fornecedores
. Proteja clientes e fornecedores
. Promova sua comunidade
. Comprometa-se com o bem comum


Fonte: Responsabilidade Social Empresarial para micro e pequenas empresas. Passo a Passo. SEBRAE/Instituto ETHOS - 2003











segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A arte de Planejar

O planejamento do projeto deve ser visto como um processo contínuo, o qual envolve aprendizagem através da reflexão e da ação.






sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O que é Investimento Social Privado

Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada,monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público.
Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias, comunidades ou indivíduos.
Os elementos fundamentais - intrínsecos ao conceito de investimento social privado – que diferenciam essa prática das ações assistencialistas são:
• preocupação com planejamento, monitoramento e avaliação dos projetos;
• estratégia voltada para resultados sustentáveis de impacto e transformação social;
• envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação.
O Investimento Social Privado pode ser alavancado por meio de incentivos fiscais concedidos pelo poder público e também pela alocação de recursos não-financeiros e intangíveis.

Fonte:
http://www.gife.org.br/ogife_investimento_social_privado.asp